Porque o eterno retorno nos devolve sempre às mesmas questões, aos mesmos sorrisos e às mesmas lágrimas. E todas as ciências são vãs perante o amor.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ai que prazer ter um relatório para escrever...
Porque o eterno retorno nos devolve sempre às mesmas questões, aos mesmos sorrisos e às mesmas lágrimas. E todas as ciências são vãs perante o amor.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Espero que isto não transforme a luz ao fundo do túnel num comboio desgovernado
terça-feira, 4 de maio de 2010
Trabalhos de Casa
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Para ti...
For You
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Do tempo e do seu passar
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Brincos & Princesas
terça-feira, 14 de abril de 2009
Aritmética da amizade
terça-feira, 10 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Um homem na escuridão
... mas como impedir a mente de partir à desfilada seja lá para onde for que ela queira ir? A mente tem uma mente que é só dela. Quem é que disse isto? Alguém, ou então fui eu próprio que acabei de o inventar, bom, mas isso também não faz diferença nenhuma. E cá vamos nós inventando máximas a meio da noite - estamos a avançar, meus amores e, por muito torturante e desesperante que esta embrulhada possa ser, a verdade é que também há poesia nela, enfim, desde que uma pessoa seja capaz de encontrar as palavras certas para lá chegar, isto partindo do princípio de que tais palavras existem. Sim (...) a vida é decepcionante. Mas eu também quero que tu sejas feliz.
Se, como diz Günter Grass, quem escreve desiste de si próprio quem lê investe em si próprio?
segunda-feira, 2 de março de 2009
Sentidos do sentir
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dias ordinários
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Dias santos
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Os Maias no Trindade
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Paradoxos
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
The Wrestler
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Blues de Um Gato Velho
A quadra do Human Touch do Bruce só despertou ainda mais o interesse. Há muito tempo que não me dava tanto prazer descobrir um novo livro, um novo autor, Óscar Málaga Gallegos. Uma escrita muito poética, sensual e cheia de portas e janelas para a interpretação se perder em múltiplos sentidos.
Já reconheci que gosto de gatos.
Admiro essa estranha calma com que lambem, dia após dia, as partes mais sagradas do seu corpo de gatos. Pensei sempre que refrescam as feridas de um amor antigo. Que têm a recordação de outra língua gravada na pele, que lamber-se é a sua nostalgia de gatos.
Regressando a uma das minhas preferidas do Bruce, For You.
And who am I to ask you to lick my sores?
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Namorar
